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Boas práticas de armazenagem e distribuição

Boas práticas de armazenagem e distribuição

Neste artigo, vamos abordar as boas práticas de armazenagem e distribuição logística.

Hoje, nenhuma empresa pode ver a logística como um campo distinto e distante de qualquer outro campo. Isso se deve ao modo como se desenvolveu que assume uma atmosfera de protagonista quando se trata de uma gestão ótima. Com isso, as operações logísticas são capazes de transformar a dinâmica dos negócios, focar na organização e melhorar os resultados.

É por meio das operações logísticas que as rotinas são consideradas de forma integrada e padronizada, em que os gestores conseguem identificar pontos de economia e redução de desperdícios. Ao mesmo tempo, a qualidade tende a melhorar, tornando o processo mais eficiente.

Mas como usar esse conceito com tanta confiança para colher todos esses frutos na armazenagem e distribuição? Bem, primeiro você precisa entender seus objetivos, principais desafios e práticas recomendadas e usar as ferramentas certas. É isso que abordaremos neste artigo!

Operação logística: o que é e como ela funciona?

É uma parte crítica da cadeia de suprimentos. O negócio de logística concentra-se na gestão de todo o movimento de uma empresa – desde a matéria-prima até os produtos acabados, dos fabricantes aos consumidores finais.

Portanto, é uma operação de longo prazo e um processo rico, pois contempla todas as atividades realizadas pela empresa. As operações logísticas podem ser controladas internamente ou por operadores logísticos terceirizados.

Para colocar isso em prática, todo o fluxo de materiais, serviços e informações deve ser planejado e controlado. Portanto, podemos considerar 4 pilares ao longo do processo. Saiba os fatores abaixo:

Cada um desses pilares exige mão de obra qualificada, infraestrutura e tecnologia para que as empresas possam operar de forma competitiva e alinhada às tendências do mercado. Podemos conhecê-los melhor? Veja à seguir:

Abastecimento

Esta é a etapa das operações logísticas, que tem como foco a gestão de compras de recursos como matérias-primas e componentes.

Começa com o pedido de fornecedores, mas se estende às práticas de envio, armazenagem e distribuição. Portanto, deve ser considerado juntamente com outros fatores.

Armazenagem

Trata-se de controlar a entrada, saída e armazenamento de insumos e mercadorias, lembrando quais fornecedores são, para quais clientes se destinam, para onde vão e principalmente quando vão embora.

Esta é uma etapa que requer atenção especial para danos ao produto.

Transporte e distribuição

Tem foco na gestão de veículos e motoristas, bem como escalas pensando no cumprimento de regras como a Lei do Motorista. Além de envolver o planejamento de melhores rotas e otimização de percursos, para que o veículo nunca rode vazio – o que é o mesmo que gastar recursos sem, com isso, obter lucro.

Também é uma tarefa que envolve foco em prazos, organizando qual mercadoria deve ser entregue em qual lugar e para qual cliente.

Controle de estoque

Aqui, os operadores logísticos focam no monitoramento do uso e substituição de tudo o que é necessário para a operação em si, como peças para manutenção de veículos, óleo de motor e pneus.

6 boas práticas para o processo de armazenagem e distribuição

Abaixo, selecionamos as melhores práticas para quem deseja tornar a operação logística eficiente. E mais: que visa obter os melhores resultados. Vamos lá!

1. Organize o estoque

A organização de estoque é o que garante bons índices de produtividade e reduz desperdícios, avarias e perdas. E, consequentemente, equilibra os custos operacionais.

Essa etapa compreende:

  • Armazenagem, através de grupos e categorias de produtos;
  • Sinalização;
  • Identificação correta dos produtos;
  • Realização de inventários periódicos.

Esse tipo de gestão em termos de qualidade facilita a previsão de demanda. Conforme mencionado no item anterior, os gestores precisam prever determinados momentos do próprio mercado, atrelados aos padrões de consumo do período.

Para fazer isso, você precisa coletar dados de vendas suficientes e cruzar essas informações com a quantidade de recursos necessários e o que já está disponível.

2. Tenha o alinhamento necessário com fornecedores

Trata-se de uma forma de melhorar suas parcerias e garantir o melhor custo-benefício em suas compras. Afinal, fazer uma boa gestão de operações logísticas sem parcerias confiáveis é praticamente impossível.

Ao compartilhar e alinhar estratégias, você terá maior controle sobre imprevistos, que costumam impactar fortemente o fluxo logístico, com processos de reposição e entrega de mercadorias afetadas.

Sempre que implementar uma nova rotina, você deve avisar seus fornecedores. Do mesmo modo, solicite que, qualquer coisa fora do comum no que foi conversado entre as empresas, seja imediatamente alertado.

3. Garanta um processo padrão

Pode parecer um conceito óbvio, mas nem sempre os gestores conseguem fazer isso na prática. Tão importante quanto o mapeamento de ações, é preciso definir métodos para que o fluxo logístico faça sentido.

Isso significa eliminar gargalos produtivos e buscar melhorias no desenvolvimento das atividades.

4. Mantenha a rotina automatizada

Lembra de quando falamos da importância de gerir dados na operação logística? Isso é feito de forma extremamente eficaz com auxílio de tecnologia.

A automação aprimora a realização de atividades, uma vez que o próprio sistema simplifica procedimentos e facilita a comunicação integrada entre setores.

Dessa maneira, garantindo maior agilidade, segurança e confiabilidade de informações – tudo que você precisa para extraí-las e analisá-las no fim do mês em relatórios específicos!

5. Acompanhe o processo de transporte

Outra tarefa que vale a pena acompanhar de perto é a própria transmissão. O monitoramento de carga é essencial para que os gerentes entendam o status de uma carga específica. Tudo é feito em tempo hábil para tomar decisões e desenvolver ações mais efetivas, garantindo que os prazos acordados sejam cumpridos.

Idealmente, no entanto, os clientes também podem acompanhar rastreando sua carga. Dessa forma, maior transparência e confiabilidade podem ser fornecidas, resultando em melhores relacionamentos com os clientes.

Entre as tarefas necessárias para otimizar esse monitoramento estão o acompanhamento de rotas, o conhecimento do status do transporte em tempo real, comunicação com clientes para atualização da localização da carga, entre outros.  ‍

6. Acompanhe indicadores de performance

Uma vez que as metas de desempenho tenham sido identificadas, o foco deve estar nas métricas de resultados. Os KPIs são uma ótima maneira de aprender mais sobre operações logísticas.

Para isso, é necessário coletar dados das operações e analisar tudo o que foi feito e o que ainda precisa ser melhorado. Porcentagem de entregas e recebimentos no prazo, tempo de ciclo perdido, taxas de devolução e danos de envio e custos de armazenamento são bons KPIs para rastrear.

Gostou deste artigo? Continue nos acompanhando para ter acesso a mais conteúdos como este. Aproveite para conhecer as soluções da Infracommerce para logística!

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