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Internalizar a operação do e-commerce ou contratar um parceiro? Saiba qual é a melhor opção para o seu negócio

Muitos varejistas se viram obrigados a levar suas lojas para o digital com a pandemia, acelerando uma transformação que aconteceria mais cedo ou mais tarde. Mas abrir uma loja virtual é um processo desafiador. Mesmo para quem já possui seu e-commerce, impactar os clientes de forma positiva e gerar o alcance desejado não são tarefas fáceis, o que requer um trabalho aguçado em conhecimento de tecnologias, estratégias de marketing e capacidade de gestão dos serviços, principalmente com o desafio constante de se manter atualizado em um mercado que traz inovações a todo tempo. E mais, colocar um e-commerce no ar não é apenas criar uma loja, mas sim gerar valor e oferecer uma experiência de qualidade para seu público de forma assertiva e eficiente. Mas afinal, desenvolver o próprio e-commerce ou contratar um parceiro?

Apesar de a tecnologia bem desenvolvida ser um ponto positivo para quem deseja internalizar a operação de um e-commerce, é importante pontuar que um parceiro estratégico de negócios vai te ajudar a fazer isso com mais rapidez, escalabilidade e de forma eficaz. Afinal, podemos dizer que o e-commerce é um “organismo vivo”, o qual requer atualizações, manutenções e especialistas acompanhando as tendências de mercado diariamente. Por isso, é preciso ir além de colocar um comércio on-line no ar. Uma loja virtual de sucesso requer estratégias bem integradas e ações bem construídas para garantir a satisfação do cliente. Para quem deseja desenvolver tudo internamente, é importante pensar na estrutura física e tecnológica que isso requer, enquanto empresas especializadas contam com isso como seu core business do dia a dia.

O melhor caminho para grandes varejistas

Justamente em grandes corporações, é comum essa dúvida se internalizar a área de e-commerce seria vantajoso. As grandes empresas podem ter mais possibilidades em relação à fornecedores de cada etapa do processo como logística, tecnologia, marketing, por exemplo. Mas, três grandes quesitos aqui fazem toda a diferença: integração, escala e know how. 

Ao trabalhar especificamente com esse foco, empresas que fornecem o chamado full commerce conseguem atuar com escala – o que garante os melhores preços e serviços – em todas as etapas da cadeia, fazendo isso com experiência e segurança de quem tem prática de mercado. Dessa forma, a empresa consegue manter seu foco no produto e contar com um parceiro para ajudar a se estabelecer no meio digital com melhor eficiência. 

E para os pequenos?

O mundo do varejo digital é para todos e por isso as empresas menores podem ficar se perguntando se, mesmo para elas, vale a pena investir em um parceiro. Fato é que o mercado oferece diversas opções hoje em dia, como os marketplaces, por exemplo. O que por um lado pode ser uma boa estratégia para os iniciantes, já que estar em uma vitrine junto a grandes marcas agrega confiabilidade e dá maior segurança ao consumidor, por outro lado, pode não ser um caminho que ajuda a reforçar a sua marca com o consumidor. Por isso, a estratégia de usar um marketplace deve ser muito bem trabalhada e pensada. 

Além disso, é importante levar em consideração que desenvolver um e-commerce próprio requer mão de obra especializada tanto na construção, quanto para manter essa operação. Qual é a saída? Quem se vê nessa situação pode, por exemplo, optar por contratar um parceiro que ofereça serviços modulares e padrões pré-definidos. Isso significa que você poderá contratar apenas parte da operação e assim não acabar com gastos onerosos que a sua companhia não pode arcar no momento. 

Escolhi um parceiro. Qual é o seu papel?

Com o suporte de um parceiro, as empresas conseguem se dedicar ao que nasceram para fazer, como o aperfeiçoamento dos produtos em si, desenvolvimento de estudos e pesquisas de opinião para melhorar sua qualidade, conhecer seu público, a criação de comunicações mais atraentes na composição e design e o fortalecimento de sua relação com os clientes.

Enquanto isso, o papel do parceiro começa no planejamento desse e-commerce de acordo com as estratégias e público da empresa, integrando as diferentes áreas de atuação e unindo todos os pontos de comunicação e vendas. A Infracommerce, que está no mercado desde 2012 e já ajudou mais de 80 empresas a se digitalizarem, tem esse papel importante de ajudar os seus clientes entrarem para o mercado on-line e escalar o volume de vendas. A companhia se preocupa em oferecer tudo o que compõe um e-commerce de sucesso, desde o desenvolvimento do site, implementação de tecnologia, operação, relacionamento com o cliente final e o Centro de Distribuição, com alto nível de especificidade de armazenagem de cada produto, garantindo a melhor conservação.

Com a confirmação de que o comércio eletrônico brasileiro é um segmento com potencial de crescimento, mesmo diante de situações de crise, fica cada vez mais necessário a contratação de serviços assertivos e personalizados para cada e-commerce. Com o intuito de fazer esse ecossistema fluir, o know-how dos parceiros em diferentes áreas operacionais se torna essencial para se manter operando. Enquanto a empresa tem mais tempo hábil para se dedicar a melhorar e fortalecer seu produto, o parceiro estratégico fica responsável por oferecer as melhores soluções e técnicas para fazer o site da empresa decolar, de acordo com sua necessidade e o atendimento personalizado para seu público-alvo.