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E-commerce: como o setor tem movimentado a economia em 2020

O e-commerce iniciou o ano de 2020 com boas expectativas de crescimento, e a pandemia da Covid-19 intensificou ainda mais esse movimento. Porém, esse aumento de vendas não é necessariamente decorrente de um planejamento por parte das companhias, já que o segmento do e-commerce nem sempre foi o foco de investimento das empresas.

Entretanto, rapidamente as empresas perceberam que precisam correr para as vendas online, entendendo que aderir ao universo digital é um processo essencial e que deve fazer parte da transformação do negócio. Um exemplo dessa mudança de comportamento são os os pagamentos online. Eles, que já tiveram olhar desconfiado da população, agora chegam a 43% no consumo das famílias brasileiras, de acordo com dados da Abecs, associação que representa o setor de meios eletrônicos de pagamento no Brasil.

Atualmente, o Brasil tem mais de 940 mil sites de e-commerce e, somado a isso, a Abecs mostra que em 2019 houve uma movimentação de 323,5 bilhões no mercado total. 

As mudanças no perfil do consumidor

A pandemia do coronavírus também impulsionou uma mudança marcante nos hábitos de consumo das pessoas, que devido à nova rotina, passaram a procurar produtos de categorias que antes não eram tão buscadas no e-commerce. Como os itens da área da saúde, que mais que dobrou de tamanho no comércio eletrônico em março (alta de 131% no faturamento). Beleza e perfumaria teve  74% de crescimento e instrumentos musicais 56%. O setor pet também viu ascensão de 47%, e esporte e lazer teve alta de  40%, segundo a Compre&Confie. Todas essas categorias juntas, totalizam pouco mais de 15% da receita do e-commerce, que deve sofrer ainda mais alterações devido às mudanças que ainda devem ocorrer durante e após a pandemia.

O varejo online, que já vinha apresentando crescimento de 20% nos últimos anos no Brasil, viu um fenômeno diferente acontecer diante do novo coronavírus, visto que o canal hoje sofre influências com as novas gerações de consumidores com demandas diferentes e comportamentos cada vez mais exigentes. Além disso, os métodos de digitalização das empresas estão cada vez mais condicionados ao processo de fazer negócios. 

Em pesquisa realizada também pela Abecs, cerca de 70% dos entrevistados gostaram fazer suas compras de maneira online em 2019. Os números apontam uma alta de 18,7% em relação ao ano passado, somando 1,84 trilhão de operações nos últimos meses.

Para quem precisa criar um e-commerce pronto para a nova realidade, do zero ou não!

A quarentena fez as vendas online ganharem um novo espaço no cotidiano dos brasileiros. Então, não nos resta dúvidas de que está acontecendo uma grande revolução no setor, o que torna o momento propício para investir no seu negócio digital. 

Este processo promove que a sua empresa seja capaz de atender às mudanças provocadas pela pandemia, pois o uso de ferramentas de tecnologia, como realidade virtual, design de produto e inteligência artificial, garantem que o e-commerce impacte o consumidor de forma assertiva e que ofereça uma experiência completa de consumo, sem precisar estar em uma loja física. Além disso, esse formato veio para ficar e é garantia de sucesso em qualquer negócio!

Entretanto, este processo de transformação digital deve ocorrer de maneira estratégica e conceitual, com foco sempre em superar as expectativas do cliente. Para isso, a empresa precisa voltar aos seus planos de negócios, ferramentas, operações e logística, e balancear custos de lucros que todo este processo irá proporcionar, garantindo o sucesso da migração.

Expandir para o comércio online é uma oportunidade valiosa em tempos de crise, mas também um desafio. É necessário contar com parceiros que garantam a satisfação do cliente e um serviço completo e que atenda todas as suas necessidades. 

As empresas precisam olhar a tecnologia com bons olhos e como uma importante ferramenta para a digitalização do seu negócio, pois o mercado brasileiro já é virtual e não há mais o que esperar.